domingo, 14 de outubro de 2012

Festa dos gatões


Ontem fomos à festa de aniversário do Thiago, marido da Ana (Gatão e Gatona para a Nata do Québec, respectivamente).

A Ana é a pessoa mais prendada que já vi: faz um requeijão de fazer fila na porta da casa dela pra ganhar um potinho (como vocês podem imaginar, não existe requeijão em Québec! E pensar que eu ficava indignada de pagar quase R$5,00 num copo de requeijão light no Brasil. Ignorância!!!)

O cardápio estava bem variado e repleto de comidinhas light, como o patê de espinafre com torradinhas (diliça!), pães recheados maravilhosos e, claro, o imbatível requeijão.

Conversamos e rimos litros, como sempre e, de lambuja, “ganhei” esta preciosidade da Catarina para postar aqui pra vocês!

Deliciem-se!

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Ataque de riso fenomenal!




Como vocês bem sabem, sou dada a ataques de riso intermináveis e involuntários. Simplesmente, não tenho qualquer controle sobre eles. Quando um chega, às vezes leva hooooras pra ir embora. E eles chegam sem aviso prévio (o povo da Campus bem sabe disso. Todo mundo trabalhando na maior concentração, silêncio profundo. Era eu me lembrar de alguma coisa engraçada e começar a rir, de ficar roxa, sem fôlego, e quanto mais as pessoas me olhavam, mais eu ria. Tipo ciclo vicioso do mal merrrrmo!).

Bem, até então, eu vinha me comportando muito bem nas aulas de francês. Claro que é normal as pessoas errarem (eu também, claro), porque, afinal, estamos no curso básico, ninguém sabe a língua. Mas, cá entre nós, que Deus me perdoe, mas tem gente muito burra neste mundo!!! Misericórdia!

O tal do japonês está até hoje tentando responder à primeira pergunta que a professora fez no primeiro dia de aula (há um mês): “Comment tu t’appeles?”, coitado. O cabra só fala japonês, portanto, não adianta a professora tentar ajudar com inglês, espanhol, aramaico, russo, língua nenhuma!

Hoje, tive um ataque de riso fenomenal, daqueles que, por mais que pense na coisa mais triste do mundo (o fato de estar dura que nem um coco, o fato estar passando um frio fodido, o fato de estar há 3 meses sem comer comida japonesa de boa qualidade, estar desempregada, não ver a Coisa há 3 meses e todas as demais desgraças do universo), não consigo parar!

Tem um canadense na turma que morou a vida toda no Peru, portanto, não fala francês. Mas o cabra é burro feito uma porta! Daquelas pessoas que nem se esforçam pra tentar entender, sabe como? Tenho paciência, não. Se, pelo menos ele fosse esforçado, eu daria um desconto.

Pois bem, hoje aprendemos uma pergunta nova: “Ça fait combien du temps que tu es arrivé au Québec?" (Há quanto tempo você chegou em Quebec?). Nada tão absurdo, convenhamos. Todo mundo praticou a pergunta e resposta em duplas, trios etc., sem maiores problemas, por uns 40 minutos, dando várias respostas diferentes para usar as diversas possibilidades. No fim do exercício, hooooras depois, a professora faz a pergunta para o fulano:


Professora: "Fulano, ça fait combien du temps que tu es arrivé au Québec?"

Resposta: "Oui!"


Oi??? Como assim, “oui”? O cara passou os últimos 40 minutos de aula onde, meu Deus?

Rapaz, pra quê? Ri duas horas!!! Todo mundo riu, porque foi engraçado pra cacete! Mas as pessoas normais riram por uns 10 segundos e pronto. O único problema é que eu não consegui parar de rir. Às vezes dava uns mini-intervalos de uns 30 segundos, e lá vinha a gargalhada de novo. A professora já estava em outro assunto e me olhava com cara feira cada vez que eu explodia na gargalhada, o que só piorava a situação.

Ainda bem que não tem prova de fim de curso. Certamente, seria reprovada por mau comportamento!

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Foi você, né, desgraçado???


Rapaz, descobri, finalmente, quem foi o corno safado que inventou os logaritmos!!! Vocês vão ligar logo o nome à pessoa, ó: Muhammad ibn Musa al-Khwarizmi, matemático de Bagdá, safado, que inventou a álgebra. Sacaram o nome dele, né? Al-Khwarizmi que, depois de uma porrada de processos fonológicos, chegou a algoritmo em português.

Tenho o maior respeito por Newton, Einstein, Arquimedes e toda essa galera cabeçuda que possibilitou a evolução do mundo. Sério merrrrrmo, tenho uma admiração fodida por eles todos. Agora, esse cabra foi o responsável por uma das maiores frustrações da minha vida! NUNCA consegui aprender logaritmo em toda a minha vida escolar! E olha que foram váááárias tentativas: da oitava série do ginásio ao terceiro ano do segundo grau (sim, na minha época era assim que se chamava).

Sou tinhosa pra caralho! Quando decido que vou aprender alguma coisa, não sossego até a parada fazer sentido pra mim (porque, na base da decoreba, não vale. Sou adepta do pensamento de que a gente só aprende, de fato, algo, quando faz sentido pra gente). Acho que foi no segundo ano do segundo grau que decidi que aprenderia essa porra a qualquer custo. Pois bem, me lembro como se fosse hoje. Sentei a bunda na cadeira, assim que cheguei do colégio, e passei o dia INTEIRO lendo uma porrada de livros de matemática pra tentar criar alguma porra de sentido na minha cabeça que me fizesse entender aquilo (com outras abordagens, quem sabe?). Nada! Não rolou. Foi a primeira vez que me vi completamente incapaz de aprender alguma coisa. Porra, até hoje carrego este trauma.

Muito resignadamente, cheguei para o Fred, o professor de matemática, e falei: “Professor, véi, na boa, não vai rolar, não. Vamos combinar uma coisa? Você evita colocar muitas questões sobre logaritmos na prova para que eu não seja reprovada, porque, inevitavelmente, vou deixar todas em branco. Combinado?” Acho que minha expressão de completa sinceridade, que vinha do âmago da minha alma, gerou certa compaixão nele. Resultado: me formei no segundo grau sem nunca ter aprendido logaritmo e, graças a Deus, nunca mais precisei me deparar com eles até hoje.

Mas, na minha cabeça, sempre permaneceu a curiosidade: “Quem foi o cabra maldito que inventou essa porra???” Agora, fazendo um trabalho, descobri o desgraçado! Com 20 anos de atraso, posso mandar, do alto de todo o trauma enrustido na minha alma: “Vá pra puta que te pariu, Al-Khwarizmi!!!

Pronto, falei, tô beeeeeem mais leve!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Urubuservando e urubucomentando...


Então, estava aqui pensando...Olha que interessante...Quando morei na Holanda (e visitei alguns países da Europa), sempre que eu entrava em algum transporte coletivo (SEMPRE mesmo, não é força de expressão!), 99% das pessoas estavam caladas, concentradas em algum tipo de leitura (livros, jornais, revistas, quadrinhos, bulas de remédio, seja lá o que fosse), o que era uma bênção divina, porque não existe nada mais enervante e incômodo do que entrar num lugar pequeno e fechado, em que as pessoas estejam falando pelos cotovelos e absurdamente alto, com aquele tom de voz esganiçado, típico do metrô da linha 2 do Rio (sei que estou sendo absurdamente politicamente incorreta neste momento, mas é a pura verdade! E não só na linha 2. Na linha 1, da Carioca pra frente, em direção a Saens Peña, também.)

Pois bem...aqui em Québec, invariavelmente, você entra nos ônibus, e 10% das pessoas estão batendo papo (meu francês não é suficiente ainda pra acompanhar todas as conversas, uma pena! Senão, já teria vários babados pra contar pra vocês), 89% das pessoas ouvem música no celular e 1% das pessoas fica calada, eu, no caso (e que ninguém me venha com esse papo de que eu não represento 1% da população do ônibus, que a conta está errada, etc etc, porque eu não fiz matemática. Vamos ser felizes, ok? Isso é só uma exemplificação, KCT!).

Aí, claro, entra o poder de análise sociológica e antropológica da pessoa...a diferença cultural clara entre Europa e Estados Unidos (e, consequentemente, Canadá, que é do lado). A Europa foi o palco principal da História da humanidade (Grécia e Itália, se lembram, né?), tudo aconteceu lá! As pessoas são ávidas por cultura, leem tudo, sabem de tudo, um encanto!

Os Estados Unidos acham que não precisam saber nada além do fato de serem (ainda, talvez para eles) a maior potência mundial. Quem é falante nativo de inglês “não precisa” saber outra língua (isso ficou muito claro nos primeiros dias de aula do meu curso de francês. Todos os imigrantes da província de Ontário, anglófona, só falavam inglês. Todos os outros alunos (lusófonos, francófonos, sinófonos etc sabiam falar, pelo menos, o inglês como segunda língua). Haja bitolação!

Vejo, nitidamente, no dia a dia, que a influência geográfica (o fato de estar ao lado dos Estados Unidos) é muito mais forte que a influência cultural e colonizadora da Inglaterra, o que é lamentável!* Esses jovens dos ônibus de hoje, que ficam ouvindo música nos Iphones, serão os adultos de amanhã, que não farão um curso superior nem se especializarão em nada, por pura falta de interesse, e tome contratar mão de obra especializada estrangeira para dar conta do recado.

Nada contra ouvir música, muito pelo contrário, é uma das minhas paixões na vida, sem a qual não poderia sobreviver. Mas acho muito sintomática essa constatação: os canadenses não leem! (Bem, pelo menos os quebecóis - ok, não posso generalizar e falar do país inteiro porque ainda não conheço.  Ou, se leem, não o fazem publicamente. De repente, sei lá, vai que eles consideram grosseria abrir um livro na cara de alguém dentro do ônibus, em vez de puxar um papinho...)

* É a minha opinião, ok? Ninguém tem de concordar comigo, claro, nem quero levantar polêmicas. Essa não é a intenção do post. Obrigada!





domingo, 7 de outubro de 2012

O desagradável odor do outono


Bem, chegamos então àquela época do ano medonha, em que o frio começa a dar as caras, e as pessoas param de tomar banho! Sim, é isso merrrrmo, bem objetivamente falando!

A temperatura vem oscilando em torno dos 10 graus. Sinceramente, nada demais! Mas a gente já entra no ônibus e tem de alternar entre a respiração oral e nasal pra não morrer sufocado com o cheiro da inhaca! Um inferno isso!

Acompanha meu raciocínio: se em todas as casas têm calefação, inclusive no banheiro, e se todos os chuveiros têm água quente, por que as pessoas acham normal passar dias sem tomar banho? Esse povo do Hemisfério Norte não vê as coisas com razoabilidade, como diria a Fofs.

Sinto uma espécie de vergonha alheia quando passo por alguém na rua ou fico próxima de alguém no ônibus que cheira mal pra KCT. Muito constrangedor. E fico me perguntando: “Como essa pessoa aguenta ficar perto dela mesma?”

Já imaginaram como será no inverno, com a temperatura agradável de 40 graus negativos? Meu psicológico fica abalado só de pensar! Pelo que tenho visto nas lojas (protetores de orelha, pescoço, nariz, milhões de luvas, cachecóis e gorros, botas que mais parecem armas, de tão pesadas, forradas com todo tipo de pele, pelo e qualquer porra que esquente), o inverno é do balacobaco merrrrmo. Daqui a pouco devem começar a vender as máscaras para podermos respirar em locais fechados e não morrermos asfixiados pela fedentina (quiçá – gostaram? – até tubos de oxigênio)!

Pelo menos, a paisagem das janelas dos ônibus é encantadora. Fotinhas do outono quebequense pra vocês!











sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O gerente ficou louco!


Imaginem o cenário: Lojas Americanas da Gonçalves Dias, no Centro do Rio, dois dias antes da Páscoa. Imaginaram? Inferno de Dante, certo? Pois é! Era a situação da Zellers hoje, uma das maiores lojas de departamento daqui de Quebec. Roupas e botas de inverno com 70% de desconto sobre a etiqueta amarela, tipo aqueles comerciais das Casas Bahia e da Ricardo Eletro, “o gerente ficou louco e baixou o preço de todo o estoque”? Pois é! Um suéter pelo qual paguei 20 CDN para dar de presente ao Luciano, por exemplo, estava anunciado hoje por 6 CDN, para a miiiiiinhalegriaaaaa!

Nessas situações, a gente esquece toda a educação e elegância. É cotovelada na costela do inimigo pra conseguir comprar roupas e botas num preço acessível e não morrer congelado no inverno. Estilo Homem das Cavernas merrrrrmo.

Blusas quentinhas a 3 CDN, botas que “toleram” até 40 graus negativos por 45 CDN, pijamas de flanela por 4,5 CDN, um sonho dourado! Fui colocando tudo no carrinho e, à medida que a pilha de roupa ia subindo, as pessoas começavam a me olhar de um jeito estranho (o povo aqui é muito comedido. Pra vocês terem uma ideia, a Bruxa Maldita um dia convidou um amigo pra jantar na casa dela com a seguinte frase: “Fica pra jantar comigo, tenho dois bifes!” Olha que fartura!).

No fim, quando passei no caixa e peguei as sacolas, tive de ligar para o Luciano ir me encontrar na Galerie de la capitale, porque não aguentava carregar as sacolas sozinha (pra vocês terem uma noção do estrago. Pior: no cartão de crédito dele).

Já estava tentando pensar numa justificativa decente pra que ele se convencesse de que não tinha sido um arroubo compulsivo da minha parte, quando, por misericórdia divina, encontrei o Ricardo, a Camila e a Catarina, que estavam com o mesmo número de sacolas que eu (o fato de eles terem comprado para três pessoas o mesmo volume que comprei só pra uma, eu mesma, no caso, é um mero detalhe). Só me restou dizer: “Tá vendo, amor, eles compraram tanto quanto eu”, porque na hora do desespero de tentar se justificar, a gente perde a classe e apela merrrrrmo.

Vejam o lado bom da história: já estou devidamente munida para o inverno e não precisarei comprar roupas para o verão, porque trouxe duas malas cheias do Brasil. Saldo muito positivo!

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Inferno astral antecipado


Como alguns de vocês sabem, sou uma pessoa bastante responsável com meus compromissos, a despeito da opinião da minha amiga Claudinha, que postou um comentário maléfico no Facebook, “só” porque dei um bolo nela um dia antes de vir pra cá e “faltei” ao encontro que tínhamos combinado na Cobal do Humaitá.

Então, quando nos mudamos pra este apartamento novo, em Limoilu, num domingo, fui checar com antecedência os horários dos dois ônibus que tenho de pegar pra chegar ao curso de francês, calculei o tempo que levaria pra me arrumar e tal. Muito responsável eu, viu, Claudinha?

Ontem, dia da aula, peguei o ônibus 3 aqui em frente de casa, saltei no ponto do ônibus 7, que deveria passar em 4 minutos. Pelos meus cálculos, chegaria tranquilamente em Sainte-Foy com meia hora de folga, pra tomar um café e chegar ao Mieux-Être (minha escola – “escola”, olha que fofs!) com calma, tudo na disciplina!

O ônibus 7 das 12:26 não passa; o das 12:39 também não. Eu já achando tudo muito esculhambado pro meu gosto! O ponto começa a lotar (8 pessoas, uma multidão para os padrões quebequenses), começa aquela chuvinha fina, chata pra KCT, um frio da porra, daqueles que sai fumacinha da boca quando a gente fala (muito comédia romântica de Hollywood, né?), e nada do ônibus. Até que, movida por minha impaciência crônica (Deus foi muito complacente comigo no quesito “impaciência”), abordo um “monsieur” com o uniforme da RTC e pergunto, com meu parco francês, cadê a porra do ônibus 7! Ao que ele responde: “Houve um acidente com um caminhão, “madam”, o ônibus 7 não está passando nesta rua, só duas ruas à frente.” Aí, depois eu pergunto por que porra ele não disse antes, já que viu que o ponto estava cheio, o cara vai me chamar de grossa! Falta proatividade aos quebequenses, pelo menos no que se refere aos fiscais da RTC!

Andei as duas ruas debaixo de chuva, esperei mais uns 40 minutos pela porra do ônibus 7. Passava carro da polícia, dos bombeiros (por conta do acidente), e eu, com um olho na rua para ver se o ônibus vinha e o outro no celular, tentando desesperadamente procurar no google como se falava “carona” em francês. Juro que ia pedir carona ao próximo carro de bombeiros que passasse! Detesto chegar atrasada nas minhas aulas (quaisquer que sejam, até aula de corte e costura, se fosse o caso).

Resultado: cheguei à aula meia hora atrasada, com os bofes para fora, toda descabelada e molhada. Entro na sala, ainda ouço da minha xará (a professora), em tom de deboche: “Bon soir!” Pooooorra, só não a mandei à merda porque não sei como fala isso em francês. A resposta mais à altura do deboche dela foi fazer uma expressão blasé e dizer: “Désolée, madam.”

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Neste primeiro momento...


Como vocês devem supor, o começo de vida de um imigrante não é nada fácil, principalmente quando o imigrante é do Terceiro Mundo, no caso, e imigra para o Primeiro Mundo, no caso também.

O parágrafo anterior é um eufemismo para dizer que conseguir se estabelecer em outro país é foda pra caralho merrrrrmo, no bom português! Muita coisa pra pensar, avaliar, decidir, grana curta, perrengue atrás de perrengue etc. Como tenho o privilégio de ter um marido que consegue conversar (sim, porque conheço homens que paralisam e dão defeito quando ouvem a frase “precisamos conversar”), a gente tem feito muito isso, porque precisamos tomar muitas decisões.

Digressão: Confesso que preciso ser bastante paciente, porque, às vezes (só às vezes), as palavras lhe faltam, e ele demora alguns minutos para concluir uma frase. Da série “Os predestinados...” Quando nasci, Deus disse: “Minha filha, você vai estudar muito português, mas muito merrrrrmo, até ficar craque, porque vai se casar com um homem muito cabeçudo na área de exatas, mas com limitações num nível grave em língua portuguesa.” Maktub!

Continuando...agora vem a explicação do título do post. “Neste primeiro momento” foi a frase introdutória que meu marido escolheu pra me dizer que “fodeu pro meu lado”! Exemplos:

“Amor, neste primeiro momento, você vai ter de sair da academia.”

“Amor, neste primeiro momento, vamos ter de dormir num colchão inflável no apartamento novo.”

“Amor, nesse primeiro momento, não tenho um puto no banco!”

Rapaz, ele pegou um amor por essa frase que não larga de jeito nenhum. E eu peguei trauma. Quando ele começa: “Amor, neste primeiro momento...”, já penso: “Pronto, fodeu mais ainda pro meu lado! O que foi dessa vez?"



domingo, 30 de setembro de 2012

Fotinhas pra vocês

Reparei que o blog quase não tem fotos. E eu com trocentas fotos entupindo o celular. Descarreguei (Blergh! "Descarreguei" é brega pra caralho, né? Desculpaê!), melhor, fiz o download das fotos e...ei-las aqui pra vocês, com legenda e tudo. Praticamente fotojornalismo! (Ando muito erudita pro meu gosto. "Ei-las" foi foda! Porra, ontem, conversando com a Coisa, falei: "Se você quiser desobnubilar a cabeça..." Véi, na boa, merecia o Jabuti pelo uso desse verbo!)


OBS: A justificativa acima é a social, digamos assim, a real merrrmo é que hoje estou mudando e não vou ter tempo de escrever nada que preste!


Beijos!



KFC para o resto do mundo. Para os Quebecois é PFK (Poulet Frit Kentucky). Ah, para!







A "fila" do meu banco (no centro da cidade, na hora do almoço)! Na boa, saudade nenhuma da CEF nem do Bradesco nessas horas...






Terminal rodoviário do centro de Quebec (acho que os Quebecois estão meio duros no momento e não estão viajando muito. Sabe como é, né? Inflação correndo solta, juros altíssimos, alguns impeditivos.)





O prédio do meu curso de francês - Mieux-Être




Agora vocês vejam: na porta do curso tem a placa abaixo. "Proibido flanar"! Oi??? Como assim, gente? E o direito de ir e vir? Isso é contra a Constituição (brasileira, pelo menos).



Vejam o naipe dos dólares "cadanenses". Bonitinho, né? As notas de CDN50 e CDN100 são meio marrons, só pra vocês saberem merrrrmo, porque pra eu conseguir tirar uma foto delas, só se pedir emprestado!



Pista de patinação no gelo e hóquei da Les Galeries de la Capitale, nome pomposo pra um shopping aqui da cidade. Mas até que é bem bonitinho e grande pra KCT!



Lulu no sofá do shopping, uma área comum, onde as pessoas sentam, leem, tomam seus cafés e batem papo. No caso, ele estava criando coragem pra entrar na Best Buy comigo e deixar até as calças lá dentro!




O teatro da cidade


Este é um shopping menorzinho, muito originalmente batizado de La Pyramide, onde tem o cinema Le Clap, que uma vez por semana, em um único horário, passa um filme sem dublagem em francês. Ufa! Ah, e tem uma livraria óóóóóóótima!!!




A frente do shopping. A razão social, digamos assim, é Centre Innovation, mas o  nome fantasia é La Pyramide merrrrrmo.





Interior do cinema Le Clap, quando fui ver Hope Springs. São cinco salas, e tem uma cafeteria d-e-l-i-c-i-o-s-a!



Gente, eu quero MORAR nesta livraria! Espetáculo!




Prontíssima para as aulas do C.A.




Queria muito uma caixa de correio dessas na minha casa. Será que eles vendem? Achei muito fofs!




Ó... Isso é no curso. Tem a bandeira dos países com maior número de imigrantes no Canadá. É nóis, mano! 










sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A saga do apê!


Seguinte: rolou um estresse da porra com a bruxa maldita e estamos caindo fora! 

Estávamos pagando uma fortuna pra morar no puxadinho de merda, como vocês já sabem. Espia: a porta da casa tem uma abertura com uma tela de proteção contra bichos. Assim, no calor do caralho do verão, a gente pode abrir a janelinha pra circular o ar. Muito inteligente da parte da Bruxa Maldita. Ela só esqueceu que ficamos “sibulutamente” devassáveis com essa janela na porta. Portanto, sempre que alguém vem entregar alguma coisa aqui - a amazon.ca, a FedEx ou o Canada Post -, corre o sério risco de nos pegar em trajes indecentes ou, o que é pior, sem qualquer traje!

A geladeira do puxadinho deu defeito. A comida estava estragando, não tinha gelo no congelador (vocês imaginam meu estado de nervos sem um gelinho pra colocar no copo de coca zero?), e a gente tinha de dar umas porradas na porta da geladeira pra fazer o motor funcionar. Estilo “estamos fodidos e mal pagos” merrrmo.

Como alugamos o puxadinho mobiliado, qualquer problema com eletrodomésticos, móveis etc, o responsável é o proprietário, claro. Luciano foi falar com ela sobre a geladeira, ela deu um ataque de pelanca, disse que a gente enchia o saco dela (porra, eu mal piso no chão pra não fazer barulho pra essa bruaca. Só falto voar pela casa pra não incomodar) e que, “de hoje em diante, não quero mais saber de nada que aconteça no puxadinho!” Ah, é? Belê!

Luciano me liga, eu com trocentas laudas pra ler:

Ele: “Amor, a gente precisa se mudar hoje, não quero mais olhar pra cara dessa mulher nem mais um minuto!”

Eu: “Hã? Oi? Como? Assim? Mudar? Hooooooje?"

Ele: “Vamos procurar um apartamento pra alugar agora!”

Eu: “Hã? Oi? Como? Assim? Mudar? Hooooooje?"

Ele: “Vou fazer umas ligações e agendar as visitas!”

Eu: “Hã? Oi? Como? Assim? Mudar? Hooooooje?" 

Ele desligou o telefone. Eu aturdida: “Hã? Oi? Como? Assim? Mudar? Hooooooje?" Mas tenho um senso prático fodástico, que se manifesta sempre que o invoco, estilo Luana Camará (Sétimo Sentido, se lembram? Os mais novos e não noveleiros não vão lembrar, mas Luana Camará era o alter ego da Priscila Caprici, personagens da Regina Duarte em Sétimo Sentido. Novela danada de boa!). Em questão de minutos, já tinha mandado uns trinta links pra ele com opções de apartamento.

Ele chegou em casa, recebeu um telefone de retorno de um dos anúncios. O cara perguntou se poderíamos visitar o apartamento naquela hora mesmo, aqui perto, uns 6 minutos de ônibus (sim, porque aqui não tem essa história de arredondar o horário. O ônibus passa às 17:39h!).

Chegando lá, caí de amores pelo apartamento. Um 5 e ½ (aqui, eles consideram o banheiro “meio cômodo”. Explicação óbvia: eles só tomam banho meio ano – verão e primavera. No outono e no inverno, só para o resto mesmo. Portanto, faz todo sentido), lindo, todo pintadinho, cada cômodo de uma cor (quem me conhece bem sabe que eu adoro coisas coloridas, né?). Cozinha grande, quartos enoooormes. Preço imbatível! É esse merrrrrmo!

No dia seguinte, Luciano mandou os documentos, o proprietário aceitou tudo (não teve fiador, depósito-calção, nada!) e voilà! Contrato assinado e chaves em mãos!

Domingo faremos a mudança! Fotinhas em breve!

Beijos aliviados.


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

1a aula do C.A.


Então, finalmente começaram as aulas do C.A. Eu bem gosto de estudar, como vocês sabem, então cheguei toda animadinha no curso, com caderno, canetas coloridas, pastinha, tudo a que uma aluna de C.A tem direito!

Chega a professora e pede (em francês, claro) pra gente escrever nosso nome num papel e colocar de frente para os colegas. Ela faz o mesmo, como exemplo, e escreve “Christiane”. Sim, com H e tudo! Super-ultra xará! Como na hora do desespero a gente apela pra tudo, eu já identifiquei a coincidência como um sinal divino muito positivo!

Escrevi meu nome e coloquei a plaquinha de frente pra turma. Quando ela lê, faz aquela cara que eleva nosso grau de putice ao último estágio (sim, sei que venho repetindo essa expressão com frequência, mas, no meu estado atual, caiu a asa do mosquito, meu nível de putice chega aos píncaros!) e fala, pausadamente, pra eu entender, que não é pra escrever o nome DELA no papel. É pra eu escrever o MEU nome. Oi???

Quando ela conseguiu entender que eu também me chamava Christiane, começamos a brincar de “oui” e “non”. Ela fez uma cara de espanto e exclamou: “noooooon”. Eu fiz uma expressão blasé pra elevar o grau DELA de putice ao último estágio e falei “ouiiiiiii”. Ela: “noooon”; eu: “ouiiiiii”...
Depois de uns 3 minutos de “non” e “oui”, eu já me cansando da brincadeira, pronta pra falar: “Tá bom, xará, cansei de brincar, podemos começar a aula?”, ela se acalmou e aceitou que outra pessoa no mundo tivesse o mesmo nome que ela.

A aula foi ótima, bem dinâmica, com direito a joguinhos e brincadeiras, como acho que qualquer aula de idioma deve ser. Na sala, tem dois alemães (Martin e Mathias – bons nomes pra uma dupla sertaneja, hein?), dois japoneses (Kanna e o namorado, Ryo), duas brasileiras além de mim (Mariluz e Ibrantina – não tenho culpa, não fui eu que batizei!), um canadense (Eric, da província anglófona de Ontário, portanto, entrou no C.A. também), uma indiana, cujo nome não me lembro, uma russa, cujo nome sou incapaz de reproduzir (escrita ou oralmente), dois espanhóis (Beatriz e Salvador), um quebecois que morou 30 anos no Peru, portanto não fala francês (Jeff) e um etíope (Dawit).

Tudo muito divertido! O curso se chama Mieux-être, onde a maioria dos imigrantes começa a estudar o idioma, então você anda pelos corredores e ouve todas as línguas do mundo! Torre de Babel total! Adoooooro!

Só pra vocês verem que, quando falo que voltei pro C.A., não estou exagerando. Dá uma espiada na porta da secretaria:



terça-feira, 25 de setembro de 2012

Afffffff!


Quando eu falo que algumas coisas só acontecem comigo...

Fui dar uma volta no centrinho comercial aqui atrás do puxadinho pra comprar um cartão pra uma amiga que faz aniversário em breve. Olhei de longe uma daquelas grades giratórias comuns em papelarias, que você vai virando pra ver as opções de cartão, sabem? Pois é.

Com meu parco francês, tentei entender as mensagens de cada um para escolher o mais apropriado. Depois de uns cinco minutos, comecei a estranhar a conotação meio sexual dos cartões. Não entendia todas as mensagens, mas conseguia captar a ideia geral, digamos assim. Comecei a desconfiar que alguma coisa estava errada. Só queria um cartão simples, que dissesse “feliz aniversário” ou algo parecido, mas não achava nada nem próximo disso.

Muito inteligentemente, pensei que dentro da loja talvez existissem outros tipos de cartão e me virei pra entrar quando, de repente, vejo calcinhas, cuecas, vibradores e toda espécie de brinquedinhos sexuais que vocês podem imaginar! Sim, uma sex shop! Escancarada no meio da galeria, para quem quisesse ver!

Aquele choque de 10 segundos enquanto me recompunha pra poder registrar o momento.



segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Profissão: corno!


Vou te contar, hein? Professor é uma classe desconsiderada pra caralho merrrrmo! Posso falar à vontade porque sou professora por formação e exerci a profissão por 12 anos, ensinando inglês e português!

Fui a uma entrevista de emprego num curso de inglês em Sainte-Foy. Cheguei ao prédio do curso e fiquei toda entusiasmada ao ver uma puta cafeteria SENSA e já me imaginei tomando meus capuccinos, lendo um livrinho pra passar o tempo entre uma aula e outra. A moça do RH muito legal, simpatiquinha e tal. Conversamos por um tempo, respondi às perguntas de praxe sobre minha formação e experiência como professora etc.

Tudo ia muito bem até ela me falar as condições de trabalho: função terceirizada, sem contrato de trabalho, ou seja, nenhum benefício. Agora a melhor parte: 20 dólares “cadanenses” por hora. Tá de sacanagem, né? Imagina a cena: 50 centímetros de neve na porta de casa, eu toda encapotada, parecendo o Abominável Homem das Neves, passando um frio fodido, atravessando a cidade, passando 40 minutos dentro de um ônibus, para ganhar 20 dólares “cadanenses”? Puta que me pariu vinte vezes! Não empolga, né?

E eu iludida, achando que no Canadá, país de Primeiro Mundíssimo, as coisas fossem diferentes. Pois professor nasceu pra ser corno merrrrmo, em qualquer lugar do mundo! Afffff!

Beijos indignados!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Sim, a insônia gostou e resolveu ficar...


Se existe uma coisa boa nessa vida e pela qual sou a.p.a.i.x.o.n.a.d.a  é ler (a maioria de vocês já sabe disso). Bom, meu trabalho atual, além de me dar esse privilégio de ler e conhecer uma porrada de coisas interessantíssimas (outras, nem tanto), ainda posso corrigir os erros alheios (maléfico esse pensamento, mas os copis dos livros que traduzo também devem se divertir – e, às vezes, se irritar MUITO – como eu. Portanto, estamos quites). O melhor de TUDO: sou paga para ler! Melhor que isso, só o show da Madonna!

Essa introdução toda foi pra dizer que, aproveitando o tema do post de ontem (como podem ver pelo horário do post de hoje, insônia filha da puta de novo!), li um trecho interessantíssimo hoje, que fala o seguinte:

Há duas forças biológicas em confronto durante o dia. A propensão homeostática ao sono nos incentiva a cochilar com base em quanto tempo estamos acordados. Contrapondo-se a ela, está o ritmo circadiano, que tenta nos manter acordados durante o dia.

Donde (tenho sentimentos muito contraditórios em relação a essa palavra. Às vezes amo, às vezes acho absurdamente cafona. Um dia, me decido.) concluo que minha propensão homeostática veio com defeito de fábrica e que entrei 30 vezes na fila do ritmo circadiano. Maléfico isso!

Tudo bem que hoje meu marido foi muito compassivo e tentou me dopar com uma dose mais camarada de Frontal (só 1mg), mas, ainda assim, conheço pessoas insones que tomam 0,25mg e, em 10 minutos, estão nos braços do tal do Morfeu. Eu e o Morfeu nos estranhamos há muitos anos. Ainda estamos discutindo a relação. Mas desconfio que o ritmo circadiano ganha essa parada!

Acho que a insônia desses dias têm relação com muitas situações em suspenso que devem ter algum direcionamento até a semana que vem (ouviu, né, Deus? Até a semana que vem!!!).

Tudo muito devagar pro meu gosto! Humpf!



quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Insônia filha da puta!


Então, como vocês podem ver pelo horário do post, sim, estou com insônia. Isso porque tomei 1,5mg de Frontal (tentativa desesperada do meu marido de me dopar e poder dormir em paz! É sério! Nos dias de maior desespero, ele me pergunta, quase suplicando: “Amor, você não quer tomar 2 Frontal, só pra garantir?”).

Minha insônia é crônica, me acompanha desde os 2 anos! Verdade “sibuluta”. Reza a lenda (e o pior, eu me lembro!) que, aos 2 anos, eu pedia à minha avó meu “pissesselo” (lê-se “travesseiro”. Sejam complacentes, eu só tinha 2 anos!) e minha “peta” (“chupeta”, claro) e ia, toda serelepe, bater altos papos com minha tia Leonor (sim, meu segundo nome é uma auto-homenagem a ela – o “auto” se refere a ela mesma, que se fez a homenagem. Entenderam, né? Muito bem!). Falávamos sobre o boca mole (Ernesto Geisel), a Bebeth (Rainha Elisabeth II) e várias outras personalidades. Minha tia, como vocês já perceberam, é chegada a dar apelidos (quem lia o Alstublieft, meu blog da Holanda, deve lembrar que ela chamava a Rainha Beatrix de “A Porta”, com todo o respeito, claro).

Digressão: Não, não estou xingando a mãe de ninguém, “alstublieft” é a palavra-bombril holandesa, 1001 utilidades. Serve pra tudo: “com licença”, “pois não”, “por favor” etc. Você pode ter um diálogo de 3 minutos com alguém só falando essa palavra! É como o “get” do inglês. Serve pra tudo essa porra desse verbo!

Continuando...as pessoas insones, como eu, sabem que, nesses momentos, a gente só pensa merda. Merda mesmo, daquelas mais fedidas! Então...estava aqui pensando...acho muito impressionante a capacidade que os homens têm de deitar e dormir feito pedra. Já conversei com algumas amigas e cheguei à conclusão de que essa é a regra geral. Você pode estar com um puta problema (no meu caso, vários putos problemas), o mundo pode estar prestes a iniciar a Terceira Guerra Mundial, uma barata cascuda voadora pode dar voos rasantes sobre a cabeça deles, e eles simplesmente dormem! Meu marido tem a pachorra de DEFINIR a hora que vai dormir! Como assim, gente? Ele vira pra mim, com toda a tranquilidade que Deus lhe deu (suspeito seriamente que Deus deu a minha cota de tranquilidade pra ele também) e diz: “Preciso dormir às 9:45h!” Assim, merrrmo. Ele define até os MINUTOS. O meu sono tem vontade própria, só chega quando quer e não costuma dar as caras. O dele é adestradíssimo! Muito indignada com isso!

Caiu a asa do mosquito, pronto, lá se vai meu sono! Ontem, por exemplo, li que uma historiadora inglesa (se não me engano) descobriu um papiro do século VI que pode ser a prova de que Jesus foi de fato casado com Maria Madalena: foi o suficiente! Fiquei horas pensando nisso! Rapaz, já pensou? Como a Igreja Católica vai reagir? E se eles tiveram um filho? Vai ver que o Inri Cristo é tatatatatataraneto de Jesus!!!

Hoje, perdi o sono porque me emputeci horrores! Certamente, a razão da minha putice está no 15º sono, e eu aqui, escrevendo um monte de merda pra vocês! O pior é que amanhã tenho calhamaços de páginas para ler. Aí, só o balde de café “americanô” do McDô pra resolver.

Bom, chega de falar merda! Vou ler a biografia do Steve Jobs pra tentar definir se ele entra ou não para a categoria dos fodásticos.

Beijos insones!




segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Pavê pra vocês!

Sabem quando a gente combina uma festa com uma cabeçada e tem aquele desgraçado, acomodado e praticante fervoroso da lei do menor esforço, que grita logo: "Eu levo a sobremesa!" Pois é. O que o cabra faz? Pavê, claro. Você compra uma lata de leite condensado, uma lata de creme de leite, um pacote de biscoito maisena, faz camada, camada, camada, tá pronto o pavê!

Então, minha criatividade e inspiração não deram o ar da graça hoje, portanto, tem pavê pra vocês: divirtam-se!



Se eu aprendesse a ligar o “foda-se” e mandar todo mundo à merda sempre que me desse vontade, não teria a metade dos meus problemas.
Ah, pelamordedeus! Você tem 24 horas pra cuidar da sua vida e ainda faz hora extra cuidando da minha???


Não confunda minha personalidade com minhas atitudes. Minha personalidade é quem EU sou. Minhas atitudes dependem de quem VOCÊ é.

Se chorei ou se sorri, o importante é que o fim de semana vai chegar!

Inglêiz eu naum sei, mais heim portuguêiz eu çôu fera.

Em terra off-line, quem tem 486 é rei.

Não adianta chorar sobre arquivo deletado.

Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.

A humanidade está perdendo seus maiores gênios... Aristóteles faleceu, Newton bateu as botas, Einstein morreu, e eu não estou passando muito bem hoje.

Existem duas maneiras de tratar as mulheres. Até hoje ninguém descobriu quais são.

Canela: dispositivo para se encontrar móveis no escuro.

Evite acidentes. Faça de propósito.

O que o instrutor da escola de kamikazes disse para os alunos? - Prestem atenção que vou fazer uma vez só.

Se você sorri, eu dou risada com você, se você chora, eu choro com você, se você se joga de baixo de um ônibus vou sentir sua falta.

Deus, dai-me paciência para aguentar meu chefe, porque se me der força, eu bato nele!

Peido foi o último esforço que o diabo fez para ver se o cu falava.

Se for dirigir não beba, se for beber me chame!!!

24 horas num dia, 24 cervejas numa caixa. Não acredito em coincidências!

Nas horas difíceis da vida, você deve levantar a cabeça, estufar o peito e dizer de boca cheia: Agora fudeu!!!

A mulher mais feliz do mundo é a namorada do Saci, pois ela sabe que se levar um pé na bunda, quem cai é ele.

Eu bebo pouco, mas este pouco me transforma em outra pessoa; e essa outra pessoa bebe pra caralho!!!

O Brasil é um país geométrico.... tem problemas angulares, discutidos em mesas redondas, por um monte de bestas quadradas.

Sexo não tem nada a ver com amor. Tanto isso é verdade que o governo me fode há anos, e eu não sou apaixonado por ele.

Aprenda uma coisa: o mundo só gira em torno de você quando você bebe demais.

Se um dia a vida lhe der as costas, passe a mão na bunda dela.

Todo mundo tem cliente. Só traficante e analista de sistemas é que têm usuário.

Os psiquiatras dizem que uma em cada quatro pessoas tem alguma deficiência mental. Fique de olho em três dos seus amigos. Se eles parecerem normais, o retardado é você!!

As nuvens são como chefes... quando desaparecem, o dia fica lindo!

Se não puder ajudar, atrapalhe. O importante é participar.

Se você está se sentindo sozinho, abandonado, achando que ninguém liga para você... atrase um pagamento...

Se o mundo fosse bom, bebê não nascia chorando.

Estou mais perdido que filho da puta em dia dos pais.

O motorista ideal para o Papa-Móvel é o Rubens Barrichello – finalmente ele poderia andar na frente do alemão, dirigindo devagar e com os brasileiros aplaudindo.

Não leve a vida tão a sério, afinal, você não vai sair vivo dela mesmo.