Bem,
como todo frila sabe, às vezes só um mega-ultra-hiper-über-ipsis litteris balde de café pra fazer a
gente acordar quando ainda há laudas e laudas pela frente! Balde merrrrmo, enorrrrme, como esse aí embaixo:
Fui
ao McDonald’s aqui do lado (que os quebequoi chamam de “McDô”! Por Deus!) pra
comprar o tal do café “americanô”, como eles falam. A atendente me perguntou
uma porrada de coisa que “sibulutamente” não entendi, e pra não ficar olhando
para ela com aquele ar apalermado, achei crucial comunicar as duas informações
mais importantes sobre o meu café: “sem açúcar e sem creme”. De novo, aquela
velha história...Pensa daqui, pensa dali...suplicando às minhas sinapses que
corressem mais rápido que o “The Flash” e enviassem qualquer porra com algum
sentindo aos meus neurônios. Como elas não manifestaram qualquer boa vontade de
atender à minha súplica, conversei, esquizofrenicamente, comigo mesma, para me
acalmar: ”Ora, não pode ser tão difícil assim, Christiane!”. Olhei fixamente
nos olhos da atendente pra transmitir convicção e mandei um “Sin sucre, sin crème,
s’il vous plaît”! (Não é pra começar a rir agora, que a história ainda não
acabou!)
No
fim do dia, contando minha vitória pro meu marido, ele me vira com aquele ar
blasé e debochado, que eleva o nosso grau de putice ao último estágio e nos dá
vontade de pular na jugular da pessoa, e me fala:
“Simples,
amor, você poderia ter dito ‘pas de sucre (lê-se “pá”), pas de crème. Simples
assim! ’”
Porra,
por que não falou logo? Pá daqui pá dali eu sabia, KCT!!!

heheheheheheheeh!!!! primeiramente, tenho que admitir que estou um pouco relapso na leitura do seu blog, sendo esse o motivo dos comentários atrasados...
ResponderExcluirAchei ótimo. Tive uma experiência parecidíssima com essa no Mac em NYC, mas fuisalvo pelo Caio. Queria comprar o nosso famoso "trio big mac", mais conhecido como Nº 1. Cheguei no balcão todo empertigado e bradei no meu melhor estilo: Number one!!! o filho da puta começou a falar um vareio de merda em que eu num entendia porra nenhuma e sem saber o que fazer, bradei novamente: number one!!!! Mais uma vez, o desgraçado falou uma porrada de coisas, porém eu não desisti. Bradei novamente, number one... Aí eu acho que ele ficou puto mesmo e virou pra tras e pediu a porra do sanduiche... Voltei pra mesa todo feliz com meu "trio" e agradeci muito o Caio. Ele que me ensinou a falar a mesma coisa várias vezes e o sujeito vai acabar te entregando o que vc quer...
beijos, querida.
Wal
Tá contratado como coautor do blog! Sensacional! Rindo litroooooos!
ResponderExcluirBeijos.
Gostou????
ResponderExcluirTenho uma outra ótima: novamente na mesma cidade, reveillon!!!!!
Eu crente que seria igual a Copacabana... todo animado!!!!!!
De tarde, poucas horas antes do festejo, Caio me diz que não há nada de álcool pra vender na rua. Como???? no beer???? I don't believe!!!! (falou em cachaça ou falta da mesma, eu aprendo qualquer lingua do mundo!!!).
Penso eu: Babaquice, com certeza vai ter um maluco vendendo alguma porra no parque, até porque está -4º. Impossível viver sem uma cana num frio desses.
Bem, voltando ao que interessa: comecei a treinar no quarto como comprar uma cana no mercado negro novaiorquino: Do you have to sell beer???? Caio somente olhando, rindo e dizendo: vai dar merda, Wal!!!!
Que nada, digo eu. Olhe só: Se for igual ao Rio, vou até acrecentar alguas expressões dos filmes: Hei, black man!!! do you have a little beer?????
Fiquei espantado quando no meio da frase os olhos do Caio quase saltaram "pra fora"!!!!! Porra, se tu falar uma merda dessa, vai ser preso na hora!!!!!
Chris, tenho que admitir: não tive coragem de fazer tal experiência... Passei o pior reveillon da vida no Central Park, vendo uma corrida rústica de um bando de babacas fantasiados, comendo amendoim e sentindo um frio da porra!!!!!!!!!!!
Mas a melhor é da sua amiga Claudinha na loja comprando roupas... fica pra um outro post!!!!
beijos,
Wal
Ahhhhh, tava achado que tava em Copacabana, que ia aparecer cambista de cerveja com um monte de isopor??? Estados Unidos é primeiro mundo, rapá!
ResponderExcluir"Hei, black man!!! do you have a little beer?????" só funciona em dois lugares: no Texas e nos filmes de Hollywood!!!
"Comendo amendoim" é sensacional!!! Mas, vamos combinar, é uma heresia vc falar que o pior Reveillon da vida foi no em NY. Pelo menos vc viu a bola cair???
Conta a da Claudinha comprando roupa??? Por favoooooooooor??????
Beijosssss