Posso ficar muito, não, que eu tô ocupada. Só pra mostrar o almoço SENSA (de SENSACIONAL, antes que a minha irmã me pergunte o que é "SENSA") que meu marido fez pra mim! Diliça!
Obrigada, meu Deus, por um marido prendado, que cozinha, lava e passa (e limpa o banheiro), amém!
domingo, 19 de agosto de 2012
"Ah, deixa de ser shakespeariana"...
Olhem só que divertido: minhas unhas parecem garras (de
qualquer bicho que tenha garras enormes, fica à escolha do freguês)! Pior,
pintadas pela metade, porque a essa altura (sem crase merrrmo, para os que
ficarem na dúvida), metade da unha é só cutícula.
Eu, que fazia as unhas todo domingo no Degradée (tudo bem
que era no Shopping Tijuca, mas o salão era ótimo), estou com palpitações
diárias só de olhar pra elas. Minhas unhas queridas, tratadas com tanto esmero
e dedicação...
“Ah, deixa de ser shakespeariana, dramática”, me diria minha
amada amiga Coisa. Calma que a desgraça ainda não acabou (como costumo dizer,
não sou exagerada, sou “apenas” superlativa, como toda boa sagitariana).
O piso do puxadinho é daquelas madeiras barulhentas que
fazem “nhec, nhec” por mais levemente que a gente pise. Depois das 6 da tarde,
começa a histeria de não fazer barulho por causa da bruxa maldita (aquela que
PENSA que eu não fumo no puxadinho). Cai um chinelo, “cuidado com o barulho,
olha a bruxa maldita!” Puxa-se uma cadeira pra sentar, “porra, não faz barulho!”
Sem falar que não posso ouvir minhas musiquinhas e cantar junto, como se
tivesse no palco do Municipal com uma plateia de 500 pessoas (porque era assim
que eu costumava cantar no favelão, mais conhecido como “Padre Champagnat”, a
rua em que eu morava no maravilhoso bairro da Tijuca)!Ainda estamos no verão, embora já esteja começando a esfriar, portanto o dia começa a clarear às 6 da manhã, sol a pino batendo na nossa cara. As persianas tabajaras instaladas na janela, por mais que se esforcem, não conseguem impedir a incidência da luz que, obviamente, mira direto nos nossos olhos, inevitavelmente nos acordando, embora o despertador só esteja programado para as 7 horas.
Digressão: Vicky, amore, tá percebendo a linguagem formal do post? Bom, depois de 12 horas lendo um livro fodido de difícil, fica complicado desincorporar o “purtuguêis” normativo.
Fora tudo o que vocês já sabem: água de torneira quente pra
beber, bruxa maldita de butuca em tudo o que se passa no puxadinho, cigarro a CDN$7 o maço etc. etc. etc
(sem vírgula antes do “etc”, pelamordedeus!)
Agora vou dormir o sono dos justos ou dos exaustos, como
preferirem.Notícia boa do dia: troquei e-mails com minha tia Jane, de quem mooooorro de saudades, e fiquei felizinha que só de bater um papo com ela.
Bon soir!
sábado, 18 de agosto de 2012
Pá daqui, pá dali...
Bem,
como todo frila sabe, às vezes só um mega-ultra-hiper-über-ipsis litteris balde de café pra fazer a
gente acordar quando ainda há laudas e laudas pela frente! Balde merrrrmo, enorrrrme, como esse aí embaixo:
Fui
ao McDonald’s aqui do lado (que os quebequoi chamam de “McDô”! Por Deus!) pra
comprar o tal do café “americanô”, como eles falam. A atendente me perguntou
uma porrada de coisa que “sibulutamente” não entendi, e pra não ficar olhando
para ela com aquele ar apalermado, achei crucial comunicar as duas informações
mais importantes sobre o meu café: “sem açúcar e sem creme”. De novo, aquela
velha história...Pensa daqui, pensa dali...suplicando às minhas sinapses que
corressem mais rápido que o “The Flash” e enviassem qualquer porra com algum
sentindo aos meus neurônios. Como elas não manifestaram qualquer boa vontade de
atender à minha súplica, conversei, esquizofrenicamente, comigo mesma, para me
acalmar: ”Ora, não pode ser tão difícil assim, Christiane!”. Olhei fixamente
nos olhos da atendente pra transmitir convicção e mandei um “Sin sucre, sin crème,
s’il vous plaît”! (Não é pra começar a rir agora, que a história ainda não
acabou!)
No
fim do dia, contando minha vitória pro meu marido, ele me vira com aquele ar
blasé e debochado, que eleva o nosso grau de putice ao último estágio e nos dá
vontade de pular na jugular da pessoa, e me fala:
“Simples,
amor, você poderia ter dito ‘pas de sucre (lê-se “pá”), pas de crème. Simples
assim! ’”
Porra,
por que não falou logo? Pá daqui pá dali eu sabia, KCT!!!
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Tô "se" achando...
Desculpaê a falta de modéstia, mas este elogio eu precisava compartilhar!
Minha superirmã (aquela, americanérrima, que me ensinou como falava "cotonete" em inglês, lembram? Pois é, ela mesma) postou o comentário abaixo no Facebook, e eu TIVE de trazer pra cá!!! Ela é devoradora de livros como eu (aliás, eu sou igual a ela, porque, por mais doloroso que seja, ELA é a mais velha)!
Foi ela quem me apresentou a um de meus autores favoritos NA VIDA: Jeffrey Archer! Espetáculo de romancista!
Já pensou? Um elogio desses de uma pessoa que se chama "Tina Louise Geller" (nome podre de chique!!!) e ainda por cima é minha irmã e sagitário como eu (o signo mais "fantárdigo" do zodíaco)? É pra qualquer um não, mer'mão!!!
Beijos metidos a besta!
Tina Louise Geller O seu blog é um dos melhores livros q. já li nos ultimos tempos!!! Pena q. sou burra/preguiçosa D+ p/ criar o meu perfil no Google. Vou bribe meu lindo filho...
há 3 horas · · 1
Analfaburra
Agora vocês vejam só a sacanagem...Passei anos esquentando a bunda naqueles bancos medonhos do Britannia, pagando o olho do c..., quer dizer, desculpaê, Vicky, o olho da cara, quase fui jubilada da UFRJ porque não queria deixar de estudar e ficava puxando um milhão de matérias eletivas para adiar a colação o máximo que consegui (até que a diretora, que tinha sido minha professora de Linguística no 2o período, me deu o ultimato: "Christiane, se você não se formar até o fim do ano, eu te jubilo!" Sério, foi assim mesmo, com toda essa delicadeza), fiz uma porra de uma pós-graduação em inglês e tinha de passar todos os meus preciosos sábados inteeeeeiros na universidade, durante um ano e meio.
Pois bem, chego aqui no Canadá e venho morar na única ínfima parte do país em que só se fala francês! Puta sacanagem, fala sério! Fico me sentindo uma completa analfaburra!
Outro dia, rolou um estresse na cafeteria porque eu não sabia pedir um capuccino com leite desnatado, já pensou? Só vinha "no fat" na minha cabeça!
Tudo bem que eu não sabia falar "cotonete" na farmácia, mas eu saberia perfeitamente dizer "algodão para limpar os ouvidos", e seria o suficiente, assim como fez meu esperto marido.
Bom, pelo menos já fiz minha inscrição no curso de alfabetização, que começa no dia 25 de setembro. Pois é, depois de anos de estudo, voltei para o C.A. Como diria ivan Lins: "Começar de novo..."
Bisou! (E deem-se por satisfeitos!)
Pois bem, chego aqui no Canadá e venho morar na única ínfima parte do país em que só se fala francês! Puta sacanagem, fala sério! Fico me sentindo uma completa analfaburra!
Outro dia, rolou um estresse na cafeteria porque eu não sabia pedir um capuccino com leite desnatado, já pensou? Só vinha "no fat" na minha cabeça!
Tudo bem que eu não sabia falar "cotonete" na farmácia, mas eu saberia perfeitamente dizer "algodão para limpar os ouvidos", e seria o suficiente, assim como fez meu esperto marido.
Bom, pelo menos já fiz minha inscrição no curso de alfabetização, que começa no dia 25 de setembro. Pois é, depois de anos de estudo, voltei para o C.A. Como diria ivan Lins: "Começar de novo..."
Bisou! (E deem-se por satisfeitos!)
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Psicólogos, por favor, analisem...
Sonho bizarro!!! Preciso compartilhar!
Eu estava numa banca de jornal e, de repente, chega o Vanderley Cardoso (oi??? Sim, ele mesmo. Não, não sou fã do Vanderley Cardoso. Prefiro a fogueira do inferno a manchar minha reputação musical, mas fazer o quê? Sonho é sonho) e entrega ao jornaleiro uma espécie de VHS (para os mais novinhos, era uma fita enorme que a gente colocava num aparelho chamado vídeo cassete, o avô do DVD, digamos assim), seu "mais recente" trabalho (os cantores não dizem "o último" porque "dá azar!" Eu, hein!).
Ato contínuo, o jornaleiro precifica o produto e o coloca deitado, só com a lateral preta à mostra. O cantor (tá, OK, isso denigre a classe, desculpaê, tia Jane e primo Jay) fica irritadíssimo pela forma como o jornaleiro expôs o produto e começa um discurso, que eu já sei de cor depois de 5 anos trabalhando na Campus:
"Mas assim ninguém vai comprar meu CD (sei lá por que cargas d'água o cara chamava uma fita VHS de CD, mas chamava). Este é o meu 57o disco de carreira", indignado pelo pouco caso do jornaleiro.
Como quem me conhece sabe que eu não perco a oportunidade de tentar participar de uma conversa alheia, me intrometo:
"Ele (o Vanderley Cardoso) tem razão, moço (o jornaleiro). Trabalho numa editora e sei como funciona esta questão da compra por impulso! Se o livro estiver só com a lombada à mostra, lá no fundo da prateleira, não vende. O leitor precisa ver o livro, a exposição é fundamental para alavancar as vendas e blá-blá-blá...(não vou transcrever o discurso inteiro porque, além de prolixo, é chato pra caralho!)
Gente, acho que a função de editora de desenvolvimento, que precisava vender a mãe para convencer os livreiros a expor os livros, vai ficar incrustada em mim para o resto da vida.
Ah, Madonna, querida, feliz aniversário. Sabem como é, a gente não pode esquecer os aniversários dos amigos. A gente se vê em 1 de setembro, dia do seu show aqui em Québec, tá, Fofs?
Beijomeliga!
Eu estava numa banca de jornal e, de repente, chega o Vanderley Cardoso (oi??? Sim, ele mesmo. Não, não sou fã do Vanderley Cardoso. Prefiro a fogueira do inferno a manchar minha reputação musical, mas fazer o quê? Sonho é sonho) e entrega ao jornaleiro uma espécie de VHS (para os mais novinhos, era uma fita enorme que a gente colocava num aparelho chamado vídeo cassete, o avô do DVD, digamos assim), seu "mais recente" trabalho (os cantores não dizem "o último" porque "dá azar!" Eu, hein!).
Ato contínuo, o jornaleiro precifica o produto e o coloca deitado, só com a lateral preta à mostra. O cantor (tá, OK, isso denigre a classe, desculpaê, tia Jane e primo Jay) fica irritadíssimo pela forma como o jornaleiro expôs o produto e começa um discurso, que eu já sei de cor depois de 5 anos trabalhando na Campus:
"Mas assim ninguém vai comprar meu CD (sei lá por que cargas d'água o cara chamava uma fita VHS de CD, mas chamava). Este é o meu 57o disco de carreira", indignado pelo pouco caso do jornaleiro.
Como quem me conhece sabe que eu não perco a oportunidade de tentar participar de uma conversa alheia, me intrometo:
"Ele (o Vanderley Cardoso) tem razão, moço (o jornaleiro). Trabalho numa editora e sei como funciona esta questão da compra por impulso! Se o livro estiver só com a lombada à mostra, lá no fundo da prateleira, não vende. O leitor precisa ver o livro, a exposição é fundamental para alavancar as vendas e blá-blá-blá...(não vou transcrever o discurso inteiro porque, além de prolixo, é chato pra caralho!)
Gente, acho que a função de editora de desenvolvimento, que precisava vender a mãe para convencer os livreiros a expor os livros, vai ficar incrustada em mim para o resto da vida.
Ah, Madonna, querida, feliz aniversário. Sabem como é, a gente não pode esquecer os aniversários dos amigos. A gente se vê em 1 de setembro, dia do seu show aqui em Québec, tá, Fofs?
Beijomeliga!
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Senta que o post é longo
Que me
desculpem os católicos mais fervorosos, mas preciso falar uma coisa que pode
parecer de uma heresia atroz e que nada mais me reste além da fogueira do
inferno ou da guilhotina: Deus é foda!!!
Sempre cultivei o pensamento de que a gente tem de se sobressair, ser diferente de alguma forma, senão acaba engolido pela massa e se torna mais um no balaio de gato. Ser diferente de forma positiva, que fique bem claro, não se enchendo de piercings e tatuagens de caveira (as minhas são fofs, borboletinha e clave de sol) pelo corpo inteiro ou pintando o cabelo de rosa-choque com mexas verde-limão.
Não foi
exatamente um esforço, porque me é natural, mas acho que por isso sempre optei
pela sofisticação como meio de diferenciação. Sofisticação intelectual e
comportamental. Fiz meu curso universitário com excelência, obtive todos os
diplomas internacionais (de Cambridge) possíveis no curso de inglês, estudei
outras línguas (um pouco de francês, espanhol e holandês), li muito a vida toda
(embora nem um milésimo do que deveria), sempre optei pela Europa em vez dos
Estados Unidos, vi filmes, peças, shows de música e espetáculos de dança não
apenas como diversão, mas como forma de absorver cultura, escrevo certo em
português (mesmo na internet. Abomino gente ki ixcrevi assim), expressões como
“por favor”, “com licença”, “obrigada”, “desculpe” etc são minhas amigas
íntimas e estão sempre presentes nas minhas frases, cruzo as pernas ao sentar
(como uma mocinha elegante deve fazer), concordo sujeito com o verbo em língua
falada, mesmo em situações informais, não jogo papel na rua, lavo minhas
próprias calcinhas (na maioria das vezes. Quando a preguiça reina, vai tudo pra
máquina de lavar), estou sempre cheirosa, coloco os talheres paralelos quando
acabo de comer, cubro a boca com a mão quando bocejo (na maioria das vezes),
sou pontual, faço as sobrancelhas, me depilo, não uso roupas vulgares, não uso
fio dental (o biquíni, não o dental), uso fio dental (o dental, não o
biquíni)...achando que sobressairia pela sofisticação (prometo que no próximo
post farei uma lista igualmente longa dos meus defeitos).
Pois bem,
aí me vem Deus e fala: “Você quer ser diferente? Então, toma: quatro sisos
inclusos, cálculo renal, cálculo na vesícula, obstrução intestinal, cabelo
indomável, rótulas do joelho fora do lugar (que me fazem cair e quebrar ambos
os pés pelo menos uma vez a cada dois anos), asma, alergia a camarão (por mais
de vinte anos, mas dei um “olé” em Deus e passou!), incapacidade de entender
logarítmos e análise combinatória, pai inglês que não foi casado com a mãe
paraense e que, portanto, não pôde me transferir a cidadania, cólicas maléficas
todos os meses, córneas em forma de cone (em vez de esféricas), pé tamanho 39,
casada com um engenheiro muito inteligente, mas que nunca leu um livro inteiro
na vida, anemia quase crônica e professora de inglês como formação”.
Tá bom pra você?
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Boca suja
Minha querida amiga Vicky, fina, sofisticada e erudita que só ela, me disse por Skype que o blog é muito legal e coisa e tal, mas "precisa tanto palavrão?"
Querida, todos os meus palavrões são ditos com os devidos respeito e deferência! Agora, considere: cresci numa família na qual "porra" é vírgula, "merda" é ponto, "bosta" é ponto e vírgula, "cacete" é dois pontos, "caralho" são aspas e "puta que (me) pariu" é travessão. (O "me" é só enfático, tá, mãe? Fica calma!) Portanto, boa coisa não poderia sair, né? Bem, pelo menos eu sei pontuar direitinho. Até já aprendi que não existe vírgula dentro de aspas!!! (Piada particular, só a Coisa vai entender!)
Como dizia a Dercy, não é que eu não seja educadinha, até sou, mas é que às vezes a raiva ou a alegria é tanta que só um "puta que pariu" (sem o "me", pra aliviar a barra da minha mãe, coitada) resolve!
Beijos angelicais!
Recado codificado ou observação desesperada, como quiser: Por falar em Skype...R.A., Fofs, faz logo essa apresentação "Coisa/Skype", "Skype/Coisa" que eu estou tendo mini-infartes de vontade de fofocar. Tô sofrendo de abstinência!!!! Pelamordedeus!!!
Querida, todos os meus palavrões são ditos com os devidos respeito e deferência! Agora, considere: cresci numa família na qual "porra" é vírgula, "merda" é ponto, "bosta" é ponto e vírgula, "cacete" é dois pontos, "caralho" são aspas e "puta que (me) pariu" é travessão. (O "me" é só enfático, tá, mãe? Fica calma!) Portanto, boa coisa não poderia sair, né? Bem, pelo menos eu sei pontuar direitinho. Até já aprendi que não existe vírgula dentro de aspas!!! (Piada particular, só a Coisa vai entender!)
Como dizia a Dercy, não é que eu não seja educadinha, até sou, mas é que às vezes a raiva ou a alegria é tanta que só um "puta que pariu" (sem o "me", pra aliviar a barra da minha mãe, coitada) resolve!
Beijos angelicais!
Recado codificado ou observação desesperada, como quiser: Por falar em Skype...R.A., Fofs, faz logo essa apresentação "Coisa/Skype", "Skype/Coisa" que eu estou tendo mini-infartes de vontade de fofocar. Tô sofrendo de abstinência!!!! Pelamordedeus!!!
domingo, 12 de agosto de 2012
Chatice
Olha, desculpaê a sinceridade, mas eu vou falar...
Sei que a intenção é sempre a melhor, mas acho uma C.H.A.T.I.C.E quando estou um pouco triste por conta da saudade que sinto de algumas pessoas que deixei no Brasil, e as pessoas vêm me dizer: "Mas foi a sua escolha..."
Porra, EU SEI que foi a minha escolha, o que não invalida, em absoluto, a saudade que sinto das pessoas que amo e que estão longe, KCT! Got it?
É exatamente como quando a gente perde um parente que ama muito (avó, no meu caso), e as pessoas perguntam: "Como você está?" Resposta: "Tô bem, tô feliz, tô gostando"...Francamente!
Ou então quando a gente vê uma puta tragédia na televisão, tipo as enchentes que destruíram a região serrana do Rio no início de 2011, e vem aquela repórter maldita, com cara de cu, perguntar à pessoa que perdeu sei lá quantos parentes, a casa, tudo que tinha: "Como o senhor está se sentindo neste momento?" Resposta: "Estou sentindo uma grande vontade de mandar a senhora à merda!"
Ok? Estamos conversados? Ótimo! Beijomeliga!
Sei que a intenção é sempre a melhor, mas acho uma C.H.A.T.I.C.E quando estou um pouco triste por conta da saudade que sinto de algumas pessoas que deixei no Brasil, e as pessoas vêm me dizer: "Mas foi a sua escolha..."
Porra, EU SEI que foi a minha escolha, o que não invalida, em absoluto, a saudade que sinto das pessoas que amo e que estão longe, KCT! Got it?
É exatamente como quando a gente perde um parente que ama muito (avó, no meu caso), e as pessoas perguntam: "Como você está?" Resposta: "Tô bem, tô feliz, tô gostando"...Francamente!
Ou então quando a gente vê uma puta tragédia na televisão, tipo as enchentes que destruíram a região serrana do Rio no início de 2011, e vem aquela repórter maldita, com cara de cu, perguntar à pessoa que perdeu sei lá quantos parentes, a casa, tudo que tinha: "Como o senhor está se sentindo neste momento?" Resposta: "Estou sentindo uma grande vontade de mandar a senhora à merda!"
Ok? Estamos conversados? Ótimo! Beijomeliga!
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Além da compreensão
Coisas que não dá pra entender...
Se o dólar é C-A-N-A-D-E-N-S-E, "K D Q" (lê-se "cadequê", abreviatura de "por causa de quê") o símbolo é CDN$? Pela lógica, deveria ser CND$, claro! Em inglês é "Canadian", portanto, o N também vem antes do D.
Acho maléfico ficar induzindo o ser humano ao erro. Quando vocês veem esse símbolo não vem na cabeça de vocês "cadanense"? Ou é só na minha? Será que eu tenho problemas? Porra, mas meu pai era do MENSA.* Não posso ser tão retardada...
Outra: por que porra não existe desodorante aerossol na porra de Québec? Aqui só tem aquele "stick", sabe qual? Aquele que você vira a rodinha embaixo e sobe a porra toda (mais conhecida como "bastão"), e você tem de esfregar na axila, que fica toda grudenta? Deveria se chamar "sticky" esta merda!
*Era mesmo, colocação 88a!
Se o dólar é C-A-N-A-D-E-N-S-E, "K D Q" (lê-se "cadequê", abreviatura de "por causa de quê") o símbolo é CDN$? Pela lógica, deveria ser CND$, claro! Em inglês é "Canadian", portanto, o N também vem antes do D.
Acho maléfico ficar induzindo o ser humano ao erro. Quando vocês veem esse símbolo não vem na cabeça de vocês "cadanense"? Ou é só na minha? Será que eu tenho problemas? Porra, mas meu pai era do MENSA.* Não posso ser tão retardada...
Outra: por que porra não existe desodorante aerossol na porra de Québec? Aqui só tem aquele "stick", sabe qual? Aquele que você vira a rodinha embaixo e sobe a porra toda (mais conhecida como "bastão"), e você tem de esfregar na axila, que fica toda grudenta? Deveria se chamar "sticky" esta merda!
*Era mesmo, colocação 88a!
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Orgulho da tia
Minha pequena, sobrinha linda do coração da tia, fofs, cute, cute!
Agora somos vizinhas! Ela mora na Califórnia.
Linda, né???
Agora somos vizinhas! Ela mora na Califórnia.
Linda, né???
Papo de bêbado
Segue o diálogo
entre mim e meu marido (verdade “sibuluta”):
Eu: “Amor, hoje,
quinta-feira, que o comércio fica aberto até mais tarde, você podia ligar para
agendar um horário pra mim na manicure?”
Marido: “Mas eu vou
ter de ir com você.”
Eu: “Sim, claro,
qual o problema?”
Marido: “É que hoje
vai ter [...]atividade.”
Eu: “Criatividade?
Que fofs! Eu também tinha aula de criatividade quando estava na 4ª
série!!!”
Marido:
“A-Q-U-E-L-A A-T-I-V-I-D-A-D-E!!!”
Eu: “Ah, tá,
desculpe!”
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
MELDELS
Sabem quanto custa um maço de cigarro aqui? Sabem? Não, né? Pois eu vou falar! S-E-T-E dólares canadenses! 1, 2, 3, 4, 5, 6...7!!!! Dá pra comprar 3 pets de 2 litros de coca zero no metro. Não, não enlouqueci. O mercado daqui detrás do puxadinho se chama metro!
Acho que vou começar a fumar pet de coca zero...
Acho que vou começar a fumar pet de coca zero...
Água em estado sólido, mais conhecido como “gelo”, já ouviu falar?
Aqui... vou falar uma coisa... qual a dificuldade de se colocar água nas forminhas de gelo e colocá-las no congelador? Nenhuma, certo? Muito bem! ENTÃO POR QUE PORRA NÃO EXISTE GELO EM QUÉBEC?
Aqui em casa, por exemplo, temos duas formas de gelo. A questão é que, como já expliquei, a água da torneira não sai gelada, portanto precisamos colocar pelo menos umas 3 ou 4 pedras e esperar a água gelar. Estilo Idade da Pedra mesmo.
Todas as vezes que almoçamos na rua e pedi um refrigerante e um copo com gelo, as atendentes me olhavam como seu eu estivesse pedindo algum absurdo, tipo “a senhora pode me contar o segredo do Pentágono?” ou então “Rola umas bolinhas de LSD pra eu colocar no meu refri?”
Neste calor que anda fazendo por aqui, a gente moooooorre de sede, aquele tipo de sede que você pede a São Pedro que comece a chover pra poder beber uma gota de chuva. E eu sou um ser que simplesmente AMA comer gelo, mastigar gelo, beber T.U.D.O com gelo!
Voltando...mesmo assim agradeci a Deus por Ele ser tão misericordioso e me conceder a bênção de uma seven up diet moderadamente gelada num momento de sede extrema. Tudo bem que existe a preocupação com a possível futura escassez de água no planeta , mas convenhamos...
Entendo que os canadenses vivem numa geladeira natural na maior parte do tempo (pânico antecipado pelo inverno, vocês não têm noção) e não sintam essa necessidade de gelo que eu sinto, mas tenha dó. Que saudade da super hiper mega geladeira chiquérrima da casa da minha tia Marilda, aquelas que têm uma bandejinha na porta, você coloca o copo, aperta em “crushed ice”, e, voilà (ó meu francês querendo participar da conversa), em fração de segundos, você tem um copo inteirinho de gelo triturado só pra você!
Beijos gelados.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Assim não dá, "seu" Freud!

Beleza, S. Freud, que dizer, Dr. Freud, concordo, mas, com todo o respeito, FYI, "ideia" não tem mais acento.
Coisa, acho que ele precisa de umas aulinhas. Posso mandá-lo pra sua sala?
Desculpaê, São Pedro
Aqui no hemisfério norte, a gente não pode brincar, não. Esqueci que estava mais perto de São Pedro, fui reclamar do calor da porra que estava fazendo nesta terra...resultado: queda de quase 15 graus na temperatura.
Este número não teve qualquer base estatística, apenas a minha própria sensação térmica, porque tô com um frio da porra!
Este número não teve qualquer base estatística, apenas a minha própria sensação térmica, porque tô com um frio da porra!
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Para quem vier primeiro...
A quem possa interessar, além de mim mesma:
Quem vier primeiro me visitar terá uma incumbência: burlar as leis de imigração canadense e me trazer um pacote, melhor, dois, três, quantos der, de Lucky Strike verde, pelamordedeus!!!
Obrigada!
:-)
Quem vier primeiro me visitar terá uma incumbência: burlar as leis de imigração canadense e me trazer um pacote, melhor, dois, três, quantos der, de Lucky Strike verde, pelamordedeus!!!
Obrigada!
:-)
Bruxa maldita!
A referida aí em cima é a dona da casa em cujo "puxadinho" eu moro. Sim, porque isto não é uma casa. Quando muito, um puxadinho. É uma espécie de loft, com portas que fingem dividir os cômodos. Sim, fingem, porque você pisca, e o outro escuta o encontro suave de seus cílios do outro lado da casa.
Mas, voltando. A Mocreia, bruxa maldita, me proibiu de fumar no puxadinho! Oi? Oooooiii???? A senhora não está entendendo, eu SOU fumante, portanto VOU fumar onde bem entender, desde que não seja dentro da sua casa. Estou pagando (caro) para morar neste puxadinho de merda e nem fumar eu posso? Ah, tá. An-ham.
Ela é uma velha caquética (tem cinquenta e poucos anos, e poderia ser inteirona, mas está acabada!!!), com um rosto que parece um maracujá velho de gaveta, e fica desfilando de biquininho na varanda de casa, fingindo tomar sol. Ainda colocou uma piscina de plástico tabajara no quintal pra dizer que mora numa casa de dois andares com piscina. Pensa que eu não te manjo, bruxa maldita?
É isso aí, falo merrrrmo!
Pronto, falei, tô leve!
Beijomeliga!
Mas, voltando. A Mocreia, bruxa maldita, me proibiu de fumar no puxadinho! Oi? Oooooiii???? A senhora não está entendendo, eu SOU fumante, portanto VOU fumar onde bem entender, desde que não seja dentro da sua casa. Estou pagando (caro) para morar neste puxadinho de merda e nem fumar eu posso? Ah, tá. An-ham.
Ela é uma velha caquética (tem cinquenta e poucos anos, e poderia ser inteirona, mas está acabada!!!), com um rosto que parece um maracujá velho de gaveta, e fica desfilando de biquininho na varanda de casa, fingindo tomar sol. Ainda colocou uma piscina de plástico tabajara no quintal pra dizer que mora numa casa de dois andares com piscina. Pensa que eu não te manjo, bruxa maldita?
É isso aí, falo merrrrmo!
Pronto, falei, tô leve!
Beijomeliga!
domingo, 5 de agosto de 2012
Água da torneira???
Aí, tá foda beber água de torneira. Meu psicológico fica meio abalado com isso...
Sei que é seguro, e coisa e tal, mas, porra, passei 38 anos com a certeza de que beber água de torneira poderia ser fatal. Vermes, certamente! Agora, neste calor filho da puta que está fazendo nesta cidade, só tem água de torneira em casa. Pior: a água da pia da cozinha, prum lado, é mais ou menos fresca, pro outro, ferve! Eu ainda não me acostumei com o lado e, volta e meia, pego água quente pra beber.
Na moral, acho mais fácil abrir a boca embaixo do chuveiro enquanto estiver tomando banho.
Sei que é seguro, e coisa e tal, mas, porra, passei 38 anos com a certeza de que beber água de torneira poderia ser fatal. Vermes, certamente! Agora, neste calor filho da puta que está fazendo nesta cidade, só tem água de torneira em casa. Pior: a água da pia da cozinha, prum lado, é mais ou menos fresca, pro outro, ferve! Eu ainda não me acostumei com o lado e, volta e meia, pego água quente pra beber.
Na moral, acho mais fácil abrir a boca embaixo do chuveiro enquanto estiver tomando banho.
Conhecendo a galera...
Ontem, finalmente, fui conhecer parte da galera, brasileiros que vieram pra cá trabalhar na mesma empresa que o Lu.
Fomos à casa da Ana e do Tiago, casal paulista, muito gente boa, que está aqui há 2 meses. Lá estavam eles (claro), Camila loura e Diego, casal do Sul, Ricardo e Camila morena, de Recife, com a filha Catarina, uma F-I-G-U-R-A!!!! Além do Fred, um belga que morou no sul do Brasil por 5 anos, e o Danilo, sobre quem não tenho informações adicionais além do nome.
Os meninos e a Camila loura tentavam entender as regras de um jogo sobre o qual eu nunca ouvi falar, chamado "Game of Thrones", ou coisa parecida. O engraçado é que as regras eram em inglês (um "livro" de regras, diga-se de passagem), e o Diego, dono do jogo, tentando ler em voz alta enquanto o pessoal falava: "Olha a pronúncia, hein, Diego, tem uma professora de inglês bem do seu lado!". Coitado, foi tenso!
Depois de umas 3 horas tentando entender as peças e as regras do jogo, eles conseguiram finalizar a primeira rodada. Pooooorra, não dá pra mim. Paciência zero!
Enquanto isso, eu, Ana (a dona da casa), Camila morena e Catarina morríamos de rir com a Mega (de megabyte), a cachorrinha do casal anfitrião.
Tiramos a foto abaixo e, não me contive, gravei uma entrevista com a figuraça da Catarina, uma pernambucanazinha "retada" de 11 anos. Superinteligente!
Beijomeliga!
Em sentido horário: Danilo (de costas), Ricardo, eu, Diego e o Tiago (de costas), tampando o Fred e Camila loura (não, a cadeira em primeiro plano não está vazia. A Camila está de preto, de costas e abaixada. Por quê, não faço ideia!).
Para ver a entrevista com Catarina (e rir um pouco), clique aqui.
Fomos à casa da Ana e do Tiago, casal paulista, muito gente boa, que está aqui há 2 meses. Lá estavam eles (claro), Camila loura e Diego, casal do Sul, Ricardo e Camila morena, de Recife, com a filha Catarina, uma F-I-G-U-R-A!!!! Além do Fred, um belga que morou no sul do Brasil por 5 anos, e o Danilo, sobre quem não tenho informações adicionais além do nome.
Os meninos e a Camila loura tentavam entender as regras de um jogo sobre o qual eu nunca ouvi falar, chamado "Game of Thrones", ou coisa parecida. O engraçado é que as regras eram em inglês (um "livro" de regras, diga-se de passagem), e o Diego, dono do jogo, tentando ler em voz alta enquanto o pessoal falava: "Olha a pronúncia, hein, Diego, tem uma professora de inglês bem do seu lado!". Coitado, foi tenso!
Depois de umas 3 horas tentando entender as peças e as regras do jogo, eles conseguiram finalizar a primeira rodada. Pooooorra, não dá pra mim. Paciência zero!
Enquanto isso, eu, Ana (a dona da casa), Camila morena e Catarina morríamos de rir com a Mega (de megabyte), a cachorrinha do casal anfitrião.
Tiramos a foto abaixo e, não me contive, gravei uma entrevista com a figuraça da Catarina, uma pernambucanazinha "retada" de 11 anos. Superinteligente!
Beijomeliga!
Em sentido horário: Danilo (de costas), Ricardo, eu, Diego e o Tiago (de costas), tampando o Fred e Camila loura (não, a cadeira em primeiro plano não está vazia. A Camila está de preto, de costas e abaixada. Por quê, não faço ideia!).
Para ver a entrevista com Catarina (e rir um pouco), clique aqui.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Da série "Pérolas do Lulu"...
Mais conhecido como meu marido:
"Oooolha, amor, as bibliotecas vão ficar abertas até mais tarde aqui em Québec por causa do calor "acabante" (sic).
Oi???
"Oooolha, amor, as bibliotecas vão ficar abertas até mais tarde aqui em Québec por causa do calor "acabante" (sic).
Oi???
Denorex
Porra, o título deste post entrega a idade merrrmo, né não?
Cartão de banco e tudo! Parece imponente mas é apenas uma espécie de Caixa Econômica de Québec. Parece chique, mas não é. Daí o título do post, entenderam?
É o tal do banco de alguns posts atrás, em que "desabafei" com a gerente sobre a condição do meu estado civil, lembram? Pois é...
Oi???
Juro pela minha mãe mortinha embaixo do carro (desculpa aí, mãe, mas não fui eu que inventei isso)!!!
Estava eu passeando pelo pequeno centro comercial aqui atrás de casa, dando uma voltinha pelas lojas, musiquinha ambiente...eis que, de repente: "Delícia, delícia, assim você me mata....Ai, seu eu te pego..." Juuuuuuurooooo! Michel Teló em Québec!!!
MELDELS!!!!
Estava eu passeando pelo pequeno centro comercial aqui atrás de casa, dando uma voltinha pelas lojas, musiquinha ambiente...eis que, de repente: "Delícia, delícia, assim você me mata....Ai, seu eu te pego..." Juuuuuuurooooo! Michel Teló em Québec!!!
MELDELS!!!!
Diliça!!!
Capuccino feito em casa. Hum...
Atenção para o detalhe da xícara: porque o Canadá é a minha casa, mas meu coração é inglês e assunto encerrado!
Eu poderia estar matando, eu poderia estar roubando....
Mas tudo o que eu queria era apenas uma escrivaninha decente pra poder trabalhar!!!
Coisa, veja se reconhece algo familiar ali, logo acima do laptop...Trouxe na minha bagagem de mão para não amassar!!!
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Um pouquinho da cultura quebequense...
Quem souber este gentílico, por favor, não se acanhe.
Bem, aqui na província de Québec, constituída basicamente pelas cidades de Québec e Montreal (lê-se "monrreal") - e outras menores, sem muita importância - é o único local do Canadá onde se fala francês (para a miiiiiinha alegriaaaaaa, que, pelo menos por enquanto, fico dependendo do marido pra me comunicar. E ele "sissi" por causa disso ("se sente").
A província é tão separatista que, no supermercado, há cartazes, como este da foto aí embaixo, informando que os produtos com etiqueta azul são produzidos na própria província. Muitos "quebequenses" só compram produtos da própria província!
Arre!
Agora dá uma olhada no naipe do supermercado...dá até gosto de fazer umas comprinhas, hein?
Cotonete em inglês
Minha superirmã, americanérrima, me ensinou que "cotonete" em inglês é "q-tips". Mas como sou britânica metida a besta, eu digo "cotton buds", merrrrrmo!
Ó, que chique!
Thank you, sis. luvya a bunch!
Ó, que chique!
Thank you, sis. luvya a bunch!
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Ai, que divertido...
Ontem, logo depois do episódio da farmácia, fomos ao banco abrir minha conta. Toda vez que vamos a algum órgão dar entrada em algum documento e que perguntam meu estado civil, o Luciano responde em francês o equivalente a "amigado com fé casado é"! Ah, é? Então espera...
Ontem no banco, de novo, a gerente da conta, enquanto digitava os dados no computador, perguntou meu estado civil. Ele deu a mesma resposta. Ela virada para o computador, e eu falando baixinho como se fosse com ele: "Pois é, a senhora vê? Ele está me enrolando faz 4 anos, minha senhora, Q-U-A-T-R-O anos! Vai continuar essa paçalhada de "amigado com fé casado é" até quando, meu Deus?
O Luciano se contorcendo para não soltar uma gargalhada e assustar a mulher, e eu continuei: "A senhora sabe, eu vim lá do Brasil, deixei minha grande amiga Valéria, meu trabalho, minha casa, e esse safado não casa comigo. Olha só a minha situação, moça!!! Enquanto isso eu continuo 'amigada com fé', já pensou?" Tudo isso cochichando. Ele foi ficando roxo de tanto prender o riso, e eu bem séria.
Lembrei do Turbinados com Acetona, o grupo teatral da minha família e ao qual eu pertenço, que se apresenta em todos os aniversários, com as histórias mais escalafobéticas do mundo.
Ai, ai, que divertido!
Ontem no banco, de novo, a gerente da conta, enquanto digitava os dados no computador, perguntou meu estado civil. Ele deu a mesma resposta. Ela virada para o computador, e eu falando baixinho como se fosse com ele: "Pois é, a senhora vê? Ele está me enrolando faz 4 anos, minha senhora, Q-U-A-T-R-O anos! Vai continuar essa paçalhada de "amigado com fé casado é" até quando, meu Deus?
O Luciano se contorcendo para não soltar uma gargalhada e assustar a mulher, e eu continuei: "A senhora sabe, eu vim lá do Brasil, deixei minha grande amiga Valéria, meu trabalho, minha casa, e esse safado não casa comigo. Olha só a minha situação, moça!!! Enquanto isso eu continuo 'amigada com fé', já pensou?" Tudo isso cochichando. Ele foi ficando roxo de tanto prender o riso, e eu bem séria.
Lembrei do Turbinados com Acetona, o grupo teatral da minha família e ao qual eu pertenço, que se apresenta em todos os aniversários, com as histórias mais escalafobéticas do mundo.
Ai, ai, que divertido!
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